segunda-feira, 19 de março de 2018

Pai

Em 2007 escrevi uma carta aberta ao meu pai. Publiquei aqui.

Hoje, 11 anos depois, bebo estas palavras e percebo que o tempo nos constrói, muito mais do que destrói.

Continuamos iguais e teimosos. Continuamos próximos, mais do que a distância nos tenta afastar.

Juntos e sem mas...mesmo sem bolo de bolacha e sem o azul que nos une.

Para sempre nós, pai.

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