quinta-feira, 24 de maio de 2018

Maria Rita

Meu docinho rebelde. Tu és a luz que se mantém a brilhar por onde passa.
Já foste mais envergonhada, já foste mais reservada.
És simpática, risonha e faladora.

Gostas de brincar sozinha, és independente, organizada.
És mulher.

Digo muitas vezes que enches a casa, por isso não aguentaria mais nenhuma mulher. Tu chegas. Tu bastas para iluminar, dominar, inundar as nossas vidas de uma intensidade insuperável.

Mas também és tu que mais me preocupas. És tu que me deixas horas sem saber se respiro ou choro. És tu que me abraças e dizes "eu sou a princesa da mamã". És tu que me roubas os frascos de verniz.

Já não consigo revoltar-me. Já não consigo entrar em negação ou sofrer e ficar sem tino. Porque a tua força faz-me entender a gratidão de cada minuto contigo.
És um furacão. Acredito que isto aconteceu na tua vida para que pudéssemos todos aprender a agradecer. A agradecer pela vida. Pelos momentos bons.

Já aprendi que não vou conseguir proteger-te para sempre, mas estarei aqui, ao teu lado, sempre que o mundo teimar em trazer-nos chuva.

E juntas vamos vencer os "maus". Acredita meu amor!

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